Eleições
Justiça proíbe Rico Melquiades de pressionar funcionários por voto
Influenciador é alvo de ação do Ministério Público do Trabalho, que pede R$ 5 milhões por danos morais coletivos.
A Justiça do Trabalho proibiu o influenciador Rico Melquiades de praticar assédio eleitoral contra empregados e de utilizar trabalhadores em conteúdos de conotação política. A decisão ocorreu após uma ação do Ministério Público do Trabalho de Alagoas (MPT-AL).
O MPT acusa o influenciador de ter coagido funcionárias domésticas por causa de divergências políticas e pediu indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos. O processo ainda está em andamento.
Rico se retratou publicamente e afirmou que as pessoas mostradas nas imagens eram integrantes de sua família. O caso também é alvo de apuração sobre possível crime de coação eleitoral.
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