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Corrida do Bope estreia com grande estrutura e reúne multidão no Setor Policial Sul

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Sirene, fumaça, luzes e muita adrenalina deram o tom da noite do último sábado (16), no Setor Policial Sul. Em um cenário inspirado na identidade do Batalhão de Operações Especiais, a primeira edição da Corrida do Bope levou cerca de 3 mil pessoas para um percurso noturno de 6,2 quilômetros e transformou a área do quartel em um grande ponto de encontro entre esporte, entretenimento e segurança pública.

Antes mesmo da largada, corredores ocupavam o estacionamento do batalhão em meio à música, praça de alimentação e uma ambientação temática ligada à tropa de elite da Polícia Militar do Distrito Federal. A proposta do evento foi justamente abrir espaço para uma convivência mais próxima entre policiais e população.

A governadora Celina Leão participou da abertura da prova e ressaltou o grau de preparação exigido dos integrantes do Bope. Segundo ela, a unidade reúne profissionais treinados para atuar nas situações mais críticas da segurança pública.

“É uma tropa que passa por testes extremamente difíceis e que precisa estar pronta para qualquer cenário. São policiais que decidiram seguir uma carreira de muita exigência e responsabilidade”, afirmou.

Entre os 189 militares que integram o batalhão, 18 são mulheres.

A corrida também fez parte das comemorações pelos 217 anos da PMDF. O comandante-geral da corporação, coronel Rômulo Palhares, destacou que a iniciativa vai além da prática esportiva e fortalece a relação entre a instituição e a sociedade.

Ao longo da noite, participantes de diferentes perfis cruzaram o percurso montado na região. Houve corredor experiente, estreante, militares de outros estados e moradores do DF que aproveitaram o evento pela experiência de correr dentro do universo simbólico do Bope.

Foi o caso da militar Franciele de Souza Castro, que saiu de São Paulo para participar da prova em Brasília. Para ela, iniciativas ligadas ao esporte ajudam a aproximar a população das forças de segurança e quebram estereótipos sobre a atuação policial.

O analista de sistemas Paulo Oliveira também viveu uma experiência inédita. Após cinco meses de preparação, escolheu justamente a corrida organizada pelo Bope para participar da primeira prova da vida.

Com medalha no peito ao fim do trajeto, ele destacou o clima de coletividade criado pelo evento e a mistura de pessoas de diferentes estilos e níveis de preparo em um mesmo ambiente.

Responsável pela unidade, o tenente-coronel Zairo de Souza e Silva afirmou que a organização buscou reproduzir, na corrida, os mesmos princípios aplicados no trabalho diário do batalhão: disciplina, eficiência e atenção aos detalhes.

Segundo ele, a intenção foi entregar ao público um evento bem estruturado e alinhado ao padrão de excelência associado ao Bope.

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