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Justiça

Nunes Marques impõe regras para canal “Exército do Lula” voltar a funcionar

Presidente do TSE condicionou a retomada do canal no WhatsApp ao registro junto à Justiça Eleitoral e determinou monitoramento de publicações durante o período eleitoral.

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Nunes Marques impõe regras para canal “Exército do Lula” voltar a funcionar
Imagem: 61 Notícias / arquivo editorial

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira (13/10) que o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, só poderá voltar a funcionar após cumprir exigências de registro junto à Justiça Eleitoral. O grupo foi criado pelo deputado federal André Janones e é utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A decisão estabelece que o endereço do canal seja comunicado formalmente à Justiça Eleitoral e incluído no sistema de controle de páginas oficiais de campanha. Até que as exigências sejam cumpridas, o canal permanecerá impedido de enviar atualizações e receber novos seguidores.

Nunes Marques também determinou que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, monitore publicações do canal e de outros grupos públicos de grande alcance ligados às campanhas eleitorais. A medida prevê a remoção de conteúdos que reproduzam material já atingido por ordens judiciais em vigor, respeitando o contexto de cada publicação.

O caso provocou divergências dentro do TSE. Após uma primeira ordem de suspensão, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, havia autorizado a continuidade do canal. A nova decisão de Nunes Marques estabeleceu condições para a retomada do funcionamento.

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